Lojistas fecham as portas em ato de protesto contra o aumento dos combustíveis
Ocorreu nessa quinta-feira (24), um grande protesto no centro comercial de Uruguaiana em prol da paralisação que vem ocorrendo a nível nacional, devido aos constantes aumentos dos preços dos combustíveis nos postos de gasolina. Em uma demonstração de força e união, a mobilização coordenada pela CDL, contou com adesão maciça do comercio varejista local que fechou suas portas por uma hora, das 15h às 16h.
A decisão em promover o protesto foi tomada pela Presidente cedelista, Luciane Lopes, juntamente com sua diretoria, em reunião realizada pela manhã. Após a comunicação oficial por parte da entidade os empresários lojistas atenderam ao pedido e, pontualmente às 15h às lojas do comércio uruguaianense fecharam suas portas. Durante uma hora, Lojistas e funcionários tomaram as ruas do centro comercial e fizeram um emocionante ato cívico, entoando palavras de ordem e de apoio ao movimento que vem ocorrendo em todo o país. “Esses aumentos consecutivos dos combustíveis é o reflexo do descontrole político e administrativo que nosso país está vivendo e quem sofre as consequências somos nós, empresários que batalhamos arduamente para manter nossos negócios de pé e o consumidor que paga valores cada vez mais altos por produtos e serviços”, comentou Luciane Lopes. – Mais uma vez o movimento lojista se une, tal como fizemos num passado recente quando lutamos pela isenção do ICMS antecipado e pela baixa dos impostos abusivos, e, mostramos a nossa indignação pela situação em que nosso país está passando neste momento. Ressaltou a presidente.
ADESÃO TOTAL:
A mobilização não aconteceu apenas no centro da cidade. Comerciantes de vários pontos da cidade do Município aderiram ao protesto, além de grandes redes de lojas e hipermercados. Exemplo disso foi a rede de supermercados Blaklizi, dirigida pelo empresário Ismael Baklizi, que determinou o fechamento de todas as suas 13 unidades localizadas na região Fronteira Oeste, durante uma hora, apoiando o movimento lojista.
Em Brasília, até o momento nenhuma solução plausível foi anunciada pelo Palácio do Planalto e o impasse entre o Governo Federal e os representantes dos caminhoneiros continua. A categoria protesta contra a política de preços da Petrobras. A paralisação dos caminhoneiros está no quarto dia e não tem um prazo definido para se encerrar.
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